Quinta-feira pós Carnaval. 17h, bateu soninho depois da aula. Fui tirar um cochilo.
- NINA! NINA! OHHHH! Linda da mamãe!
Não, não podia ser.
Fui pra janela. Incrédula.
- Pega a garrafinha! Aqui! (som de garrafa rolando) Aqui, Nina! Ai, coisa mais linda! Zen! Zen! Olha o Zen! Eu vou te pegar! Eu vou te pegar! Coisa fofa! Sai da chuva, vai te sujar. NINA! NINA! Não foge! Ai, meu deus!
Espumando de raiva, liguei pra namorada.
- Alô? Tu não vai acreditar, aquela mulher do cachorro Nina não pára.
Estranhamente, também chamavam o cachorro Nina do outro lado da linha.
... Ela na frente do meu prédio. Era uma surpresa. Estraguei. Não tem nada a ver com o cachorro Nina, mas olha aí no que deu.
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